Qual a influência do clima na geração de energia?

A energia elétrica é vital para o desenvolvimento econômico de qualquer País. Os custos que as empresas possuem com a energia elétrica podem deixá-las mais ou menos competitivas no mercado. Por essa razão, reduzir a conta de energia elétrica no final do mês pode ser um grande diferencial para as empresas.

 

Recursos naturais abundantes!

Para formar a sua matriz energética, cada País explora os recursos que mais tenham a sua disposição e, claro, que sejam mais viáveis tecnicamente e economicamente. O Brasil é um País privilegiado por ter uma ampla gama de recursos naturais, que podem gerar energia elétrica de forma limpa e renovável. São os casos da energia hidrelétrica, eólica e solar. A energia hidrelétrica é a principal fonte da matriz energética brasileira, enquanto a eólica vem em uma crescente nos últimos anos. Já a solar vem despontando como uma grande oportunidade para a geração distribuída.

Energia Hidrelétrica: Principal fonte de energia no Brasil

A Energia Hidrelétrica é a principal fonte da matriz energética brasileira, representando mais de 60% da geração de energia do País. No mundo esse número não passa de 19%. O Brasil possui o terceiro maior potencial hidrelétrico tecnicamente aproveitável do mundo. Entre as vantagens dessa fonte estão o melhor custo, a baixa emissão de poluentes e o fato de ser renovável. A participação das hidrelétricas na produção desse tipo de energia já girou em torno dos 90%, há 15 anos, mas tende a cair para 68,5% até 2030. A justificativa do governo seria a insuficiência do potencial.

Embora atualmente só seja utilizado 30% do potencial de geração hídrica do Brasil, que é de 260 mil megawatts, outros 20% não foram analisados e, por isso, não há como serem utilizados a médio prazo. Na metade já inventariada, 70% localiza-se nas bacias dos rios Amazonas e Tocantins/Araguaia. Projetos de construção de grandes hidrelétricas na região geram críticas de especialistas porque áreas de floresta seriam inundadas.

Energia Eólica: O vento como complemento a matriz energética brasileira

A Energia Eólica vem aumentando sua participação na matriz energética brasileira. A expansão da energia eólica no Brasil surge a partir da necessidade de diversificação das fontes energéticas do país para que este fique menos suscetível a crises no setor e também gere menos impactos ao meio ambiente.

 

No ano de 2002, o governo brasileiro criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), cujo objetivo era ampliar as matrizes que geram menos impactos ambientais, dentre elas a eólica, a solar, a geotérmica e outras. Desde então, a fonte eólica vem numa crescente.

Em 2003, o Brasil produzia somente 22 MW (megawatts) de eletricidade a partir de fontes eólicas, valor que aumentou para 602 MW em 2009 e aproximadamente 1 GW (gigawatts) em 2011. No ano de 2014, o país atingiu algo em torno de 5 GW, com a expectativa de elevação para 13 GW até 2018. Apesar de relevantes, esses números ainda são muito pequenos perante o potencial que o território nacional possui, que é calculado em aproximadamente 140 GW.

Entretanto, a energia eólica tem como função ser um complemento na matriz energética devido a suas características. A geração eólica é intermitente, isso é, só gera energia em certas condições. Ou seja, se não há vento suficiente não há geração de energia. Por essa razão, a energia eólica não pode ser a principal fonte de energia elétrica no país e devem haver outras fontes para dar maior sustentação ao setor elétrico.

Energia Solar fotovoltaica: A fonte ideal para micro e mini geração distribuída!

Apesar do grande potencial solar que o Brasil possui, a energia solar fotovoltaica não possuía participação na matriz energética devido aos seus altos custos. A participação da energia solar na matriz energética é ainda tímida com poucos investimentos sendo feito na geração em grande escala.

Porém, a ANEEL, através da resolução normativa nº 482 de 2012, regulamentou a micro e mini geração distribuída, permitindo que os consumidores de energia gerassem sua própria energia e conectassem na rede da concessionária local. Com isso a energia solar começou a se viabilizar e ganhar força. A energia solar é a mais indicada para a micro e mini geração distribuída, pois pode ser instalada em telhados e coberturas e sua instalação modular facilita o processo.

Em dezembro de 2015, a ANEEL lançou uma nova resolução normativa, a 687, que melhorou as condições da geração distribuída e fez com que a energia solar desse um boom em 2016 e seguisse em franco crescimento este ano. Atualmente há mais de 10.000 sistemas conectados à rede em sua grande maioria sendo de sistemas solar fotovoltaico.

A geração própria de energia, através de um sistema solar fotovoltaico é uma excelente forma de reduzir a conta de energia de sua empresa. Se sua empresa possui um custo elevado com energia elétrico e não possui tarifas diferenciadas e nem pode recorrer ao mercado livre de energia, a energia solar fotovoltaica pode ser uma grande alternativa. O investimento inicial, que pode ser parcelado e até financiado, se paga em poucos anos e pode representar uma economia significativa para sua empresa.

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