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Geração Distribuída: saiba tudo sobre essa modalidade!

A geração distribuída é a modalidade de geração de energia, que é realizada pelos próprios consumidores de energia em suas unidades consumidoras. Diferentemente do que ocorre com a geração centralizada, que são aquelas produzidas por grandes usinas.

Utilizamos a energia elétrica para praticamente tudo em nossas vidas. Estamos tão habituado com ela, que nem paramos para pensar de onde ela vem.

A energia que chega em nossa casa vem na maior parte da vezes de grandes usinas de geração de energia. No Brasil, a fonte que tem maior representatividade é a hidrelétrica.

Porém, ainda existem as usinas termelétricas, eólicas, nuclear e solares. Normalmente essas usinas ficam afastadas e toda energia precisa ser transportada para nossas casas e empresas por extensas redes elétricas.

Mas desde 2012 há uma outra possibilidade, a geração distribuída, que foi regulamentada através da Resolução Normativa nº 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Saiba agora tudo o que você precisa saber sobre essa modalidade de geração de energia.

A REN 482 e a Geração Distribuída

Como descrito anteriormente, a energia elétrica que chega em nossas casas costumava vir única e exclusivamente das grandes usinas.

Se alguém quisesse gerar sua própria energia, até poderia, mas, teria que utilizar instantaneamente ou armazenar em baterias. O que fazia a geração própria de energia inviável.

Vale a pena gerar minha própria energia?

Entretanto, no ano de 2012, a ANEEL publicou a Resolução Normativa nº 482 que regulamenta a geração distribuída no Brasil. Mas o que isso quer dizer?

Quer dizer que, a partir da entrada em vigor da resolução, as pessoas e empresas poderiam gerar sua própria energia e conectar na rede da concessionária de energia local.

Assim, as concessionárias de energia ficaram obrigadas de aceitar que seus clientes gerem sua própria energia e a conectem na sua rede de acordo com as novas regras vigentes.

Geração Distribuída e a compensação de créditos

Com a resolução normativa, criou-se o sistema de compensação de créditos de energia. Isso porque ao conectar seu sistema fotovoltaico na rede da concessionária, o consumidor parou apenas de consumir energia, mas passou a ser produtor de energia também.

Geração Distribuída: Passo a passo
Geração Distribuída: Passo a passo!

Como a resolução nº 482 proíbe a comercialização de energia da geração distribuída, essa troca de energia entre as partes passou a ser contabilizado através de créditos.

Para simplificar, se em um mês o cliente gerou 400 kWh/mês e consumiu 500 kWh/mês, ele usará esse crédito de 400 KWh/mês para abater de sua conta e pagará apenas pelos 100 KWh/mês que ele de fato consumiu de energia.

Caso ele tivesse gerado 600 KWh/mês, ele teria abatido todo o seu consumo, pagando apenas a taxa de disponibilidade da concessionária, e ainda teria gerado um crédito de 100 KWh/mês para usar em outro mês em um prazo de até 5 anos.

Por que não é possível zerar a conta de energia?

Com a possibilidade de gerar sua própria energia, muitos clientes começaram a pensar que, caso produzissem toda a energia que consomem, teriam suas contas de energia zeradas.

Porém, não é bem assim. Os clientes conectados em baixa tensão, devem pagar a taxa de disponibilidade. Que é pago para a concessionária devido ao uso da rede de energia deles.

Nada mais justo, já que você pode estar gerando sua própria energia, mas ainda está utilizando a rede elétrica da distribuidora. 

Esse custo de disponibilidade é de 30 KWh/mês para clientes com redes monofásicas, 50 KWh/mês para bifásicos e 100 KWh/mês para trifásicos.

Já os clientes conectados em alta tensão, que normalmente são empresas com grande consumo de energia, ainda devem pagar sua demanda contratada.

Por isso que dizemos que você pode economizar até 95% da sua conta de energia, já que ainda deverá ter alguns custos com a sua distribuidora de energia.

Modalidades da Geração Distribuída

Muitas pessoas acreditam que a geração distribuída só pode ocorrer no mesmo local onde será compensada a energia. Mas isso não é verdade.

A geração que é compensada na própria unidade consumidora é apenas uma das modalidades existentes.

Também existe o autoconsumo remoto, que é a possibilidade do cliente gerar energia em uma unidade consumidora e abater parte do crédito gerado em uma ou mais unidades.

Para o autoconsumo remoto é necessário que ambas as unidades consumidoras estejam na mesma área de concessão, ou seja, sejam atendidas pela mesma concessionária de energia. 

Além disso, todas as unidades consumidoras precisam estar no nome de um mesmo CPF ou CNPJ.

Outra modalidade existente é a geração compartilhada. Na geração compartilhada vários consumidores se unem através de uma cooperativa ou consórcio e utilizam a energia de uma única usina em conjunto.

Para que isso ocorra, além da formação da cooperativa ou consórcio, é necessário que todos os clientes sejam atendidos pela mesma concessionária de energia.

Revisão da Resolução Normativa: o que vem por aí?

Por fim, também tem a possibilidade do empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, que é a geração para condomínios. Nesse caso, um sistema é instalado no próprio condomínio e a energia é abatida entre os condôminos.

Agora chegou a hora de você gerar sua própria energia

Agora que você sabe tudo sobre geração distribuída, que tal gerar sua própria energia em sua casa ou na sua empresa?

Se ainda está com dúvida, baixe nossa cartilha da energia solar. Nela você vai saber ainda mais detalhes da geração distribuída e casos de clientes que passaram a produzir sua própria energia e a economizar até 95% na sua conta de energia.

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