Conta de luz fica mais cara quando não chove?

A quantidade de chuva impacta diretamente no preço da conta de luz. Você certamente já deve ter ouvido sobre isso. Mas afinal o que a chuva tem haver com o valor que se paga pela energia elétrica? Por que é preciso pagar mais caro quando está chovendo pouco?

 

A resposta para essa pergunta está relacionada à fonte da energia que mais consumimos no país. Se tivéssemos hoje uma matriz elétrica mais diversificada que priorizasse fontes renováveis, a conta de luz não correria riscos de sofrer alterações de acordo com as condições climáticas.

 

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Nesse artigo vamos te explicar por que acabamos pagando mais pela energia. Falaremos também e qual a solução para reverter essa situação – tendo uma conta de luz mais barata com ou sem chuva!

 

A matriz elétrica Brasileira

 

As usinas hidrelétricas compõem historicamente a maior parcela da matriz energética do Brasil. Isto é, a fonte que gera eletricidade a partir do potencial hidráulico existente na água de um rio.

 

Com isto, acabamos sempre dependentes da vazão existente no rio que por sua vez é consequência direta da chuva. Quando chove pouco ou menos que a média normal, o custo da energia elétrica tende a subir.

 

Mas por quê?

 

Tende a subir porque para suprir a demanda energética do país. Em momentos de baixa hídrica entram em operação as usinas termelétricas, que utilizam combustíveis fósseis, mais caros e poluentes.

 

O ponto positivo é que isso está mudando!

Essa realidade de dependência de uma fonte de energia somente é coisa do passado. E talvez não tenhamos ainda percebido, mas o mundo já mudou e o nosso país também. A nossa matriz energética está cada vez mais diversificada, segura e barata.

 

Já temos grande percentual da matriz energética vinda de usinas de biomassa, eólicas e agora a solar fotovoltaica surgindo com grande potencial a custos bem competitivos.

Se temos, então, todo este potencial e ainda com custos competitivos, por que continuar pagando mais pela energia elétrica?

 

Mas como reduzir a conta de luz?

 

Uma das formas de reduzir o custo da energia é através da viabilização de projetos de energia solar em grande escala. Ou seja, as usinas solares, que ao produzir energia fotovoltaica acabam reduzindo o custo dessa fonte, devido ao ganho de escala.

 

As usinas solares já são uma realidade no Brasil e no leilão de energia do dia 18 de dezembro do ano passado, 20 projetos foram viabilizados com preço mínimo de R$ 143/MWh.

 

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Porém, é necessário que essa fonte seja mais incentivada para que mais empreendimentos possam ser viabilizados. Assim reduz o custo de energia para o consumidor final.  Além da geração de energia solar através de grandes usinas, a geração distribuída tem papel muito importante nesse processo.

Geração distribuída

A geração distribuída é a geração de energia pelo próprio consumidor final de energia. Para esse tipo de geração, a energia solar é a mais indicada. Pode ser instalada no telhado de casas e empresas.

 

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Ao gerar sua própria energia você pode ter uma redução de até 95% na sua conta de luz, além de contribuir com a matriz elétrica, já que seu sistema estará conectado à rede da sua concessionária.

 

O aumento do investimento em energia solar por parte dos governos, investidores e até mesmo dos consumidores finais de energia, aliado ao aumento de projetos de energia eólica e biomassa, podem certamente substituir a energia térmica cara e poluente, com muitas vantagens.

 

Fazendo isto, certamente não teremos que continuar pagando mais quando não chove, afinal não chover faz parte do nosso clima. Temos que ser inteligentes e saber aproveitar o potencial e os benefícios que a sazonalidade de nossas fontes renováveis nos oferecem.

 

A Incentive Solar pode ajudar você a entender melhor isso e contribuir para que deixemos de pagar a conta de energia elétrica mais cara quando não chove. Converse conosco!

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